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DISQUE RECOMEÇO
TRATAMENTO PARA DEPENDÊNCIA QUÍMICA
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HISTÓRIAS



  1. Meu primeiro contato com a droga foi aos dezesseis anos, comecei a fumar maconha com os amigos da escola, dois anos depois estava usando cocaína e logo em seguida o Crack, foi o começo do fim. Foram dez anos da minha vida no Crack, meus pais me internaram duas vezes, sem sucesso, fui expulsa de casa, tive duas filhas, que minha mãe criou. Quando tive a segunda filha 1ano e oito meses depois da primeira, meus pais deixaram eu ficar em casa com elas, mas passava mais tempo na rua (suja, com fome, humilhada,) sempre em busca de mais um trago. Estava cansçada eu tinha muita dó das minhas filhas, elas ja não tinham pai e mereciam uma mãe que e ás ama-se que cuida-se delas, elas ficavam tão felizes quando eu voltava pra casa e sempre diziam que tinham orado junto com a vovó pra Deus me trazer de volta, foi um tempo de muito sofrimento pra nós, pois apredi a amar minhas filhas, mas não tinha força pra largar o Crack. Em fevereiro de 2006 aos 31 anos eu estava tão cansada e acabada, ninguém dava mais nada por mim e cada trago no crack eu tinha certeza que ia morrer, pois ficava totalmente transformada a boca entortava e o coração disparava de um forma que eu só imaginava minha e mãe e filhas recebendo a notícia da minha morte. Não aguentava mais, eu queria muito viver, eu queria muito ser alguem digna novamente, então uma semana antes do carnaval, depois de ter ficado três dias fora de casa, sem comer, sem tomar banho e sem dormir, estava exausta, entrei em casa, tomei banho e dormi, quando acordei estava deprimida e arrasada então me ajoelhei em meu quarto e disse a Deus: Senhor você conhece meu coração, você pode ver que eu não quero mais viver assim, ninguém acredita em mim, mas eu sei que você acredita, então por favor me ajuda, me da forças e eu vou resistir, daquela tarde em diante eu nunca mais usei drogas, fiquei um ano trancada dentro de casa, só saia se fosse com as minhas filhas, nesta época eu estava sozinha, minha mãe estava fora do país à 8 meses, ninguém acreditava que eu fosse conseguir, mas Deus acreditava, quando a dor da abstinência era muito forte, eu ia com minhas filhas a uma igrejinha da assembléia de Deus que tinha perto de casa e pedia pro pastor orar por mim e assim fui me fortalecendo. Hoje fazem oito anos e nove meses que estou limpa, voltei a estudar e me formei em psicologia, fiz psicólogia para ajudar outras pessoas que assim como eu qurem muito sair desta prisão infernal que é a Droga. Sou psicóloga a 11 meses, ainda ao tive a oportunidade de trabalhar com dependentes químicos, mas estou buscando por esta oportunidade. Se você quiser de todo coração e crer de Deus ama e se importa com você, então você pode conseguir. Peça ajuda, aproveite a oportunidade de pessoas querendo te ajudar, pessoas enviadas por Deus para ajuda-los como (ONGs, CRATOD, PROGRAMA BRAÇOS ABERTOS E TANTOS OUTROS MEIOS), lute por sua vida, você merece ser feliz e ter uma vida digna. Hoje minha filhas e meus pais tem orgulho de mim e eu sou grata a Deus por esta nova chance que ele me deu. - Luciana, 40 anos


  2. tenho um filho de 31 anos, e esta morando praticamente nas ruas devido a maldiçao do crak, ele tem um filho de 4 anos que esta morando com a outra vo, pois a mae tambem esta nas drogas, pelo amor de deus me ajudem com uma internaçao para eles, pois esta criança sofre muito a falta dos pais, desde ja agradeço obrigado e deus abençoe quem poder ajuda-los. - maria de fatima 53 anos


  3. comecei afazer uso aos 12 anos com.o cigarro e logo após a maconha , e aos 19 conheci o crack , tive varias internaçoes (sem efeito), pois nâo queria parar de verdade. Adctos nâo gostam de rotina , mas é a unica maneira de nos recuperarmos, porém nâo consigo me render, - evandro 39


  4. Faz 25 anos que uso drogas, não aguento mais usar, estou frequentando só por hoje NA, e graças a DEUS estou limpo hoje... Mas preciso de ajuda pois minha doença e progressiva, incuravel e terminal, mas só por hoje eu não usei nem vou usar! Obrigado SENHOR. Gostaria de informaçôes sobre o bilhete especial do CAPES para eu continuar indo as reunioes diarias... - Marcos Adkson


  5. Bom já faz um ano q estamos juntos , mas quando iniciamos o namoro ele não usava mais drogas já tinha parado há um bom tempo , pois no passado já havia sido usuário , porém nos encontramos na igreja e então começamos a namorar, tudo ia muito bem parecia até que eu estava vivendo um sonho ele era tudo o que eu pedi a Deus . Mas depois de mais ou menos três meses de relacionamento ele teve uma recaída e ai começou minha luta meu pesadelo. O tempo todo eu fiquei ao lado dele e sempre demonstrei a ele o quanto eu o amo, inclusive hoje estou grávida dele de oito meses e estou desesperada pois não sei mais o que fazer eu amo ele e tenho medo que tudo isso faça com que meu amor por ele se acabe . Acredito que essa é a última chance que tenho de fazer alguma coisa por ele, ele aceita a internação e eu estou disposta a apoia-lo por favor me ajudem....Leidiane namorada de Ronald . - Leidiane , namorada de Ronald


  6. Meu filho mudou de uma hora para outra. Parecia outra pessoa, respondia com grosseira, passou a tratar mal a professora e deixar os estudos de lado. Eu ia atrás dele nas festas, ele corria, mas eu nunca deixei de ajudá-lo. Tentei conversar, mas sozinha vi não ia conseguir. Então, eu procurei um médico e pedi uma vaga para ele ser internado. Até hoje não sei direito o que ele usava, mas eu acho que ele chegou a consumir crack. Nessa época, o telefone tocava e eu morria de medo de ser uma notícia ruim, tinha medo do pior. Hoje ele está se tratando, eu consegui uma vaga em um hospital bom e sei que ele está sendo bem tratado. No começo ele chorava, pedia pra eu levá-lo embora. Mas eu sabia que na rua ele sofreria muito mais. Hoje, após algumas semanas, ele está motivado. Eu nunca desisti do meu filho, sei que ele vai ficar bem. - Rosa, mãe de P. de 15 anos


  7. Minha filha nasceu e eu a deixei com a minha mãe e fui morar na rua. A gente acha que usando droga vai ser livre, mas é o contrário, nunca fiquei tão presa. Minha mãe era chata, vivia brigando comigo por causa do vício, então preferi sair de casa. Eu dormia em casas abandonadas, embaixo de viadutos e passava dias sem comer e sem dormir. Eu via gente morrendo do meu lado e pensava que eu poderia ser a próxima vítima, tinha medo, mas eu só pensava no crack. Fui presas várias vezes por roubo e já apanhei também. Quando eu sentia muita saudade, ligava para a casa da minha mãe e falava com minha filha. Eu chorava, mas não conseguia fazer nada. Hoje, estou internada e tenho esperança. Minha filha tem 6 anos e não me chama de mãe. Quando eu sair daqui quero mudar isso e ter o amor dela de volta - Tabata, 23 anos


  8. Faz 14 anos que minha mulher convive comigo e com meu vício. Comecei ainda adolescente, com a maconha. Depois, experimentei a cocaína até que usei o crack e nunca mais consegui sair dessa. Durante esse tempo, eu tentei sozinho largar algumas vezes, mas nunca tive sucesso. Quando eu recebia meu salário acabava procurando um traficante e, muitas vezes, gastava todo o meu dinheiro com a droga. Passava a noite usando e chegava atrasado no emprego. Meus antigos patrões perdiam a paciência, me davam uma nova chance, mas eu sempre desperdiçava com recaídas. Já fiz de tudo, fui garçom, porteiro de prédio, mas nada dava certo. Meu filho nasceu e comecei a vender as coisas de dentro da minha casa para poder fumar crack. Hoje, ele tem dois anos e prometi para minha mulher que vou parar. Comecei o tratamento e estou confiante, mas tenho medo das tentações. Quero frequentar terapias de grupos para poder segurar a onda quando sair do hospital. - Fernado, 36 anos


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